SLIDER

  • O avô das viagens temporais
  • Antecipados e aguardados
  • Rick Deckard não é humano (!?)
  • Você já refletiu hoje?
  • A melhor versão da Ameaça Fantasma
  • Analisando um verdadeiro blockbuster
  • Muito mais que um clássico
  • O icônica mangá de Togashi!
  • O Metroidvania definitivo!
  • Lutas colossais e violência
  • Uma ótima aventura poligonal.

13 de fevereiro de 2016

Resenha - A Máquina do Tempo


Começa a semana nova e nada melhor do que uma dose de ficção científica de vez em quando para nos divertirmos e darmos uma refletida sobre o que ela tem a nos dizer; acontece que isso fica ainda melhor quando encontramos na mistura uma pitada de viagem no tempo e, de quebra, talvez a mãe de todas as viagens no tempo que já vieram a público.
Sim, amigos leitores e leitoras, eu estou falando do tão amado, discutido, controverso e teorizado H. G. Wells, cidadão responsável pelo magnífico e (atemporal) romance A Máquina do Tempo, que conta a história de um cientista que viaja para o futuro através de um engenho desenvolvido por ele e se depara com uma realidade um tanto diferente do que ele esperava.

9 de fevereiro de 2016

Top Sem Top - Os Filmes Mais Antecipados



Vivemos em um mundo que aos poucos vai sendo dominado pela internet. Agora todos tem a chance de mostrar para o mundo sua opinião, seus gostos e desgostos. Isso claro passa pelo mundo do cinema – e alguns dos filmes são extremamente antecipados que aos poucos tem criado uma cultura (ruim a meu ver) de que cada vez os fãs sejam alimentados cada vez mais antes mesmo do lançamento da obra. Entretanto, a internet se tornou extremamente popular não faz muito tempo, e o cinema tem existido há mais que um século.

Por isso, alguns filmes sofrem com o hype – ou são antecipados, na tradução do termo antecipated – e tem de passar por uma verdadeira prova de fogo para provar seu valor. Alguns conseguem, enquanto outros simplesmente falharam. 

Esse é mais um episódio da série Top sem Top, e por isso não há posicionamento dos filmes. A colocação fica a cargo de quem fez parte do hype, ou de quem vivenciou. Quem não teve a chance, cabe a chance de buscar cada um dos fenômenos.

6 de fevereiro de 2016

Fanáticos - Rick Deckard é um replicante


A série fanáticos está de volta em sua segunda edição no LifeBar. Na última vez trouxemos explicações sobre os óculos usados em The Matrix, e ainda seguindo na linha do Cyberpunk vamos tentar desmistificar se Rick Deckard, de Blade Runner é de fato um replicante ou se ele é um humano comum.

Em Blade Runner temos os replicantes, cópias quase perfeitas de humanos, melhorados de diversas formas, com versões superiores e atualizadas, mas que devido a tais características passaram a ser uma ameaça para a humanidade. Com isso, iniciou-se uma caça aos replicantes. Rick Deckard é um caçador de androides, e no inicio do filme é informado que foram identificados seis novos replicantes na cidade, e que devem ser caçados e exterminados. Entretanto conhecemos que um já foi morto, e Deckard apaga outros quatro – e então temos uma vaga.

5 de fevereiro de 2016

[Resenha] ― Dragão Vermelho, Thomas Harris



A saga do Dr. Hannibal Lecter, personagem icônico criado pelo escritor Thomas Harris, me atraiu desde o nosso primeiro contato há muitos anos quando o conheci por indicação de uma colega, acompanha de uma assertiva muito justificada: “leia, você irá gostar”.

Esta minha primeira leitura não seguiu a ordem original de publicação da série, e foi com Hannibal, A Origem do Mal, ou Hannibal Rising que eu dava meus primeiros passos ao lado de um personagem que posteriormente se tornaria um dos meus favoritos dentro da literatura e do cenário cinematográfico, imortalizado pelo ator Anthony Hopkins. Mas não é exatamente sobre o Dr. Lecter que viemos falar hoje.

3 de fevereiro de 2016

[Resenha] ― 1984, George Orwell



Recentemente tem crescido o número de produções literárias que retratam universos distópicos ou dominados por sistemas políticos totalitários, dos quais a humanidade ― ou ao menos as partes menos favorecidas dela ― sofrem uma grande opressão. Grande parte desses livros fazem parte do gênero conhecido como Young-adult, ou às vezes como literatura infanto-juvenil; sua síntese é apresentar um mundo onde um personagem que comumente faz parte do proletariado desafia o seu inimigo dominador.